Bicicletas e mais bicicletas em Lisboa
Já lá vai uma dúzia de anos (desculpem a nostalgia!) o dia quando eu, que descia a av. EUA de bicicleta de noite, e um ciclista, que fazia o percurso inverso, acenámos um ao outro pelo simples facto de nos deslocarmos de bicicleta de noite numa avenida.nFelizmente já ninguém faz isso e nestes últimos dias (o tempo até tem estado mau!) tive várias boas surpresas.
Vii várias bicicletas dobráveis.
Vi bicicletas nos bairros históricos (aqueles que estão no meio das 7 cordilheiras).
Vi uma mulher com uma bicicleta dobrável (que se dobram e ocupam o espaço de uma mala de viagem - não era a do link) no metro, o que me chamou a atenção pela intermodalidade que apesar de ser tão vantajosa e simples muito pouca gente pratica.
Não vi mas viu uma vizinha, uma mulher a levar a filha pequena a uma das pré-primárias do bairro, transportando a filha numa cadeirinha na bicicleta.
Sinto-me ridículo a comentar estes episódios, mas há poucos anos atrás, eles pura e simplesmente não aconteciam.
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Continuando nas bicicletas faço concorrência ao Cenas a Pedal, ao Bicicleta na Cidade, ao Vou de Bicicleta e ao Ma Fyn Bach e deixo uma dica sobre como guardar o capacete quando se deixa a bicicleta na rua.
Se estiver um poste ao lado, há espaço suficiente para prender a roda, o capacete e o poste.
Convem lembrar, que o uso do capacete é ESTRITAMENTE FACULTATIVO, tal como a grande maioria (totalidade?) dos outros países europeus.