Cidades mais Humanas
MC, 28.01.08
Aqui fica um copy-paste de um interessante relato de quem trocou o carro pela bicicleta em Lisboa e se apercebeu o que andava a perder por viver dentro de um caixote de metal de uma tonelada, em termos de contacto humano e de vivência da cidade:
É curioso como a nossa vida pode, de repende, mudar. A sério !! Ter abraçado este projecto naturalmente que me mudou um pouco. Menos stress, menos gastos, mais amigos (como os 4 empresário que ontem me convidaram para almoçar, para falarem das suas experiências como utilizadores diários da bicicleta :)
(...)
Até a forma como me reencontro com as pessoas na cidade mudou, tal como esta sexta-feira, em que ouvi alguém a chamar-me no Marquês de Pombal: " stôr, stôr". Eram os alunos da EPCG, acabadínhos de sair da escola e eu, a caminho da Baixa para dar aulas. Já agora, 16 minutos do Bairro de Santos (Rêgo) ao Marquês. De carro não fazia melhor, a esta hora do dia (17:00h).
E é fantástico como, às 22:00h, quando "despego" do centro de formação, a Rua Augusta, a Rua do Carmo e a Rua Garret têm um fascínio que me passou despercebido todos estes anos.
É curioso como a nossa vida pode, de repende, mudar. A sério !! Ter abraçado este projecto naturalmente que me mudou um pouco. Menos stress, menos gastos, mais amigos (como os 4 empresário que ontem me convidaram para almoçar, para falarem das suas experiências como utilizadores diários da bicicleta :)
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Até a forma como me reencontro com as pessoas na cidade mudou, tal como esta sexta-feira, em que ouvi alguém a chamar-me no Marquês de Pombal: " stôr, stôr". Eram os alunos da EPCG, acabadínhos de sair da escola e eu, a caminho da Baixa para dar aulas. Já agora, 16 minutos do Bairro de Santos (Rêgo) ao Marquês. De carro não fazia melhor, a esta hora do dia (17:00h).
E é fantástico como, às 22:00h, quando "despego" do centro de formação, a Rua Augusta, a Rua do Carmo e a Rua Garret têm um fascínio que me passou despercebido todos estes anos.
(do blogue 100 dias de bicicleta em Lisboa)