Agonia do comboio
MC, 19.02.07
O JN noticiava ontem que o Governo não pensa investir em linhas de comboio "secundárias", com a excepção da Régua. Infelizmente não é novidade, todos os governos nos últimos 20 anos tem optado por desmantelar linhas ferroviárias. Os únicos grandes investimento foram nos comboios urbanos de Lisboa e Porto, e na infrutífera melhoria da linha Lisboa-Porto.
O que é chocante não é que linhas como a do Tua, que apenas servem pequenas povoações, vão desaparecendo, mas que não haja a mínima esperança de virmos a ter alguma vez uma rede ferroviária digna desse nome.
Cidades médias como Sines e Chaves deixaram de ter comboio. Leiria, Caldas da Rainha, Portalegre e Vila Real têm um apeadeiro onde de vez em quando passa lá alguma coisa. Viseu é a maior cidade da Europa sem comboio. Bragança, Montemor-o-Novo, Estremoz, etc... também nada.
Numa época em que a mobilidade e o ambiente são fundamentais, não são boas notícias.
O que é chocante não é que linhas como a do Tua, que apenas servem pequenas povoações, vão desaparecendo, mas que não haja a mínima esperança de virmos a ter alguma vez uma rede ferroviária digna desse nome.
Cidades médias como Sines e Chaves deixaram de ter comboio. Leiria, Caldas da Rainha, Portalegre e Vila Real têm um apeadeiro onde de vez em quando passa lá alguma coisa. Viseu é a maior cidade da Europa sem comboio. Bragança, Montemor-o-Novo, Estremoz, etc... também nada.
Numa época em que a mobilidade e o ambiente são fundamentais, não são boas notícias.
No Público de hoje:
A EMEL adoptou recentemente uma proposta antiga de José Viegas (professor do Técnico especialista em transportes e consultor da CML) para a tarifação do estacionamento dos residentes em Lisboa. Até agora os lisboetas com automóvel em seu nome tinham estacionamento gratuito no seu bairro, tendo apenas que passar por um chato processo burocrático para obter um dístico para o pára-brisas.