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Menos Um Carro

Blog da Mobilidade Sustentável. Pelo ambiente, pelas cidades, pelas pessoas

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Auto-estrada de borla como apoio social

MC, 09.11.09

"O país atravessa uma crise profunda e prolongada cujo fim está ainda distante e que atingiu particularmente a Região Norte. Não aceitamos que, neste contexto de crise, se agravem os custos para os utilizadores das auto-estradas", João Semedo do Bloco de Esquerda ontem ao Público estando em causa uma auto-estrada Porto-Viana do Castelo.  Ainda segundo a notícia o Bloco "alertou" o Governo sobre as "graves consequências sociais económicas" que resultarão da concretização desta medida e pretendeu "estimular" a luta contra a mesma.

Resumindo, o Bloco está preocupado com as consequências sociais sobre os portugueses que são donos de um automóvel, que o utilizam em longas deslocações e que moram numa das regiões mais desenvolvidas do país, e quer portanto que o resto do país lhes pague a portagem.

 


Em Lisboa, a Lisboa e-Nova organiza um encontro sobre O Estacionamento Pago como Meio de Gestão da Mobilidade e Tráfego com a presença do Tiago Farias do IST nesta quinta-feira dia 12.

3 comentários

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    Miguel 10.11.2009

    Pois, só que se as auto-estradas já estão feitas duvido que seria benéfico para o ambiente (já para não falar para a economia) destruí-las e construir outros modos de transportes....
    Eu acho que já que o investimento está feito este deverá ser rentabilizado, e o combate às alterações climáticas pode ser feito de muitas maneiras (incluindo naturalmente o sector dos transportes)
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    José M. Sousa 10.11.2009

    Vamos por partes

    1º - o que está aqui em causa é se os poucos (em % do total da população portuguesa) que utilizam aquelas autoestradas não devem pagar nada, ainda por cima por um modo de mobilidade energético intensivo. Trata-se de um problema ambiental, mas também económico ( factura energética que o país paga); aliás, já era tempo de percebermos que o ambiental também é de economia que se trata;

    2º Porventura, num futuro não tão distante, poderemos mesmo ser obrigados a levantar asfalto para podermos cultivar, entre as razões. Se acha isto bizarro, então sugiro que veja as tendências relativas a produção de energia, segurança alimentar.

    3º As Alterações Climáticas não se combatem com meias medidas - veja-se o que até a AIE nos diz; recomendo que trate de saber o que representa para a Humanidade e toda a vida na Terra um aumento médio da temperatura global da ordem de +4 ou + 6º C - e se há problema económico da maior importância ele virá (já cá está, aliás, embora muitos teimem em não querer ver) certamente das consequências das Alterações Climáticas.
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