Segunda-feira, 5 de Maio de 2008
Foto do centro de Roterdão,
mas que poderia ser do centro de tantas outras cidades do Norte da Europa
Transportes públicos, peões e bicicletas todos partilham o mesmo espaço sem o mínimo de problemas. Não há regras, semáforos, esperas, conflictos, passeios, limites, túneis, pontes, etc...
Só há um transporte urbano que nunca poderá encaixar nesta partilha: o automóvel, porque um único automobilista precisa de 20 metros quadrados em exclusivo onde quer que passe, ao passo que a bicicleta precisa apenas de 2, e o peão e o passageiro do transporte público ainda menos ainda.
Enquanto não percebermos isto, as cidades vão continuar a ser meroscruzamentos de vias-rápidas, deixando as
sobras para as pessoas.
De
Tárique a 6 de Maio de 2008 às 13:55
E isto é Roterdão, que , para os padrões holandeses, é uma cidade de carros ...
agora imagina como é em Haarlem, Delft, Leiden, Nijmegen, Utréque, Haia ....
Bicicletas dobráveis em alta:
http://news.bbc.co.uk/2/hi/uk_news/magazine/7372956.stm
Tenho uma e de facto pude transportá-la no intercidades, devidamente "embalada" (num saco apropriado)
De
MC a 9 de Maio de 2008 às 23:16
Muito bom, vou dar destaque a essa notícia num próximo post.
Obrigado
De Ana Guimarães a 10 de Maio de 2008 às 13:10
Olá!
Antes de mais, os meus sinceros parabéns pelo vosso blog! É um dos meus favoritos e é um prazer acompanhar a vossa (e que devia ser de todos) cruzada "pelo ambiente, pelas cidades, pelas pessoas".
Cheguei esta semana de 10 dias na Holanda, essencialmente passados em Roterdão. Desloquei-me diariamente de bicicleta e mais esporadicamente de metro ou comboio (quando de visita a outras cidades). A cidade torna-se mesmo de todos e senti que era assim que devia ser sempre! Só espero um dia poder dizer o mesmo de cidades portuguesas!
Continuem o bom trabalho,
Ana
Comentar post