Sábado, 8 de Outubro de 2011

Fim da aberração na Universidade de Lisboa

O estacionamento gratuito na Alameda da Cidade Universitária acabou. A EMEL vai passar a geri-lo. Para lidar com tamnha perda, a empresa vai promover uma campanha de sensibilização dos condutores. Num comunicado, a UL anuncia:

 

Já a partir de dia 10 de Outubro, os 485 lugares de estacionamento na via pública da zona da Cidade Universitária vão passar a ser geridos pela EMEL, como resposta à necessidade sentida de melhor ordenar o estacionamento e mobilidade nesta zona central da cidade.
 
A partir de Novembro a EMEL vai, ainda, gerir um parque de estacionamento na zona da Cidade Universitária com 600 lugares, intervindo para  a melhoria e modernização da gestão deste parque.
 
Com o estacionamento mais ordenado na Cidade Universitária conseguimos contribuir para o arranjo e ordenamento do Campus, sendo esta, uma das medidas que consta do Plano Estratégico da Universidade de Lisboa 2009/2013.

 

Já neste texto abordei esta problemática: os campus universitários, face à enorme afluência dos seus funcionários, docentes e alunos geram quantidades significativas de tráfego automóvel, pelo que este deve ser evitado; a política de gestão do estacionamento destes campi deve fazer com que o acesso ao campus seja feito através de transportes públicos ou de bicicleta, já que estes se concentram no miolo da cidade, estando por isso servidos de bons acessos.

 

Na altura, e com o auxílio de mais interessados, criámos também um blogue com as críticas ao estacionamento no campus do IST e uma sugestão (da autoria de Tiago Veras) daquilo em que se poderia tornar uma morada mais agradável e mais humanizada caso não fosse concedido acesso quase gratuito aos automóveis; no minímo, defendia-se, igualar as tarifas dentro do campus com aquelas do exterior, evitando que o IST fosse um autêntico paraíso do estacionamento mesmo no centro da cidade.

 

Coincidência ou não, também ontem a UL, noutro comunicado, anunciou que tinha logrado angariar votos suficientes para o seu projecto 172 do Orçamento Participativo da CML; o objectivo é a requalificação da própria Alameda da Cidade Universitária. Parece-me óbvio que este objectivo de requalificação está relacionado com o fim do estacionamento gratuito.

 

Este blogue fez sugestões neste sentido há quase dois anos. Dois dos autores da proposta de requalificaçaõ do IST nem tinham acabado a sua licenciatura. E outros especialistas já terão feito propostas neste sentido há mais tempo. Qual é a surpresa?

 

 

 

publicado por TMC às 15:33
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34 comentários:
De Piolho Sintético a 10 de Outubro de 2011 às 11:14
Reparei há bocado quando vinha do metro: os parquímetros parecem já estar a funcionar; porém, no recorte entre a FLUL e a Torre do Tombo (do lado desta, onde está um dos parquímetros), reparei que apenas um dos carros estacionados tinha ticket no tablier.

Mais acresce que é normal na continuação desse lado da rua interior estarem carros estacionados na faixa de rodagem (junto a um passeio estreitíssimo à entrada do estacionamento privatido da FLUL). Não me parece que os parquímetros resolvam esse problema, a não ser que se faça o que começa a ser habitual: legitimar a transgressão e cobrar por aquele não-lugar.
De AlunoUL a 11 de Outubro de 2011 às 03:07
Boas,

Venho aqui partilhar o meu caso. Eu vivo num sítio de Lisboa que fica perto de tudo!...mas de carro. Senão vejamos:
Demoro de casa - Universidade Lisboa:
45min(min) até 1:30(máx) usando Carris + Metro
10min(min) até 15min(máx) de carro.

De carro a distância é de 10km. De transportes públicos 20km.

De carro posso levar computador portátil, Smartphone, MP3, etc.
De transportes públicos corro um risco alto de ser assaltado sem que ninguém me ajude.

De carro não apanho chuva.
De transportes públicos tento abrigar-me numa paragem de autocarro onde não cabe lá mais ninguém. (Sim tenho de andar com um guarda-chuva que dá tanto jeito para andar nas aulas!)

De carro tenho espaço para as pernas.
De autocarro fico com os joelhos negros da falta de espaço.

De carro gasto tanto € por mês como de autocarro+metro.

Ora se eu ainda tivesse o metro a porta, não teria problema nenhum. O problema mesmo está no autocarro da carreira 723Algés-Desterro e sentido contrário, que não têm lugar para pessoas com mais de 1,90 de altura e não que não só não tem um percurso curto como também não passa com uma frequência aceitável.

Conclusão: A EMEL veio para cobrar a todos. Mesmo aqueles que podem poupar cerca de 2horas de deslocação por dia o que dá um total de 40 horas mensais desperdiçadas em transportes públicos.

Obrigado EMEL por estacionares a minha vida porque assim irei menos às aulas (talvez comece a ir 2/3 dias por semana (para serem só 20 horas desperdiçadas).

Já agora, antes que venham as bocas: O carro não é meu. Acontece que os meus pais usam a boleia dos colegas pois há pouco estacionamento nos locais onde eles trabalham. Poderia eu fazer o mesmo? Sim! Mas não tenho colegas que morem num raio de 5-10 km de mim (se calhar nem 20km).

Portugal sempre a cobrar e um dia isto vai rebentar. Carris tem as piores carreiras que alguma vez vi. Nem para me trazer aos fins-de-semana a casa serve!

Mas a EMEL resolve. Mete-se parquímetros para lixar os estudantes! Deve ser para ajudar a pagar o depósito de gasolina 98 dos BMW's dos gestores.

Menos1Carro, Mais1Parvo? Eu acho que sim...

Tanto bombista suicida e nenhum se faz explodir nas Moody's, EMEL's, etc...
De Anónimo a 11 de Outubro de 2011 às 10:48
Coitadinho, você é uma vitima do sistema. Há 20 anos atrás só tinha o elétrico para ir para a escola (até com isso acabaram). Nunca chegava atrasado. Trabalhos para fazer? Fazia nele.

20 anos depois, moro a 20 km do trabalho e demoro 1 hora a lá chegar. Vou lendo no caminho em vez de ir a perder tempo de vida enfiado numa lata. Levo às costas um portátil, mp3, smartphone, comida, kindle e o diabo a sete e nunca uma única vez reclamei.

O vosso problema é que foram criados a pão de ló. Surge uma contrariedade e os pobres bichinhos ficam confusos, cansados, frustrados e deprimidos.

E lembre-se, o facto da Carris andar tão devagar, chegar atrasada e haver poucas alternativas deve-se aos meninos da mamã que enchem as ruas com popós.
De AlunoUL a 11 de Outubro de 2011 às 22:48
Será falta de educação ou inveja que o levam a escrever dessa forma tão "agressiva"? Bem, isso também não interessa.

Acontece que o meu curso não se faz sem uma ligação permanente à internet e todos os trabalhos são feitos num portátil cujo valor dava para o menino da ponta-e-mola alimentar o seu vício de substâncias ilegais por uns bons meses.

Mas após ler a sua critica, noto que é da sua opinião que os principais culpados do trânsito adensar-se é dos estudantes. Pois fique sabendo que não são os estudantes que param para ver bem de perto e pormenorizadamente os acidentes. Na verdade são os idosos que não têm vida (mas têm carro) que só falta puxarem do travão de mão para ver melhor. Entretanto eu sou obrigado a travar e a porque há curiosidade do "tuga".

Pois mesmo que fosse verdade de ter sido ou não criado "a pão de ló" não implica que não consiga passar a vida pré-automóvel. Mentalizado já eu estou!

Atrasos na Carris:
Os atrasos são motivados mais por falhas de horários de motoristas do que acidentes e tráfego intenso. Contudo já me disseram também que quando há muito trânsito alguns horários são concatenados num só para evitar que haja 3 autocarros da mesma carreira numa fila de trânsito de 2 km.

Mas como eu não circulo no mesmo alcatrão que os autocarros usam, demoro menos! Muito menos!

Imagine só por momentos, ter mais de 1,90m de altura... 1,94m para ser exacto. Agora imagine como é sentar-se numa cadeira cuja distância à cadeira da frente é insuficiente para estar bem sentado e com os joelhos a, pelo menos, 2 cm da cadeira da frente (os meus joelhos estão mais que em contacto com a cadeira da frente). Agora imagine o que é travagens atrás de travagens pelas paragens (demasiadas) que as carreiras da Carris fazem em cada percurso. Resultado: Operação aos meniscos? Pomadas todos os dias?

Ora estar o percurso no autocarro sempre em pé e a equilibrar-me com uma mala (um pouco pesada) às costas não me parece que me possibilite ligar um portátil, trabalhar ou ter espaço para o fazer! Mas aposto que a sua pessoa se trata de alguém premiado com os típicos 1,60m e tenha espaço para isso tudo! Ou então melhores transportes que os autocarros da Carris!


Sinto-me discriminado pelos transportes em portugal (sim com um p do mesmo tamanho do pensamento do seu povo e dos espaço cedido para as pessoas nos autocarros) e não sou uma vítima do sistema... Não sou porque não deixo!

Portanto, para finalizar, aqui o "bichinho" recomenda que trate dos cotovelos com as mesmas pomadas que eu terei de usar nos joelhos porque eu sei que dói tanto nos meus joelhos como lhe dói a si nos cotovelos.

E como diz o outro: O que fica por dizer é o melhor.

Menos1carro = Mais1parvo ---> Confere!
De CAV a 12 de Outubro de 2011 às 10:06
Dor de cotovelo do quê??? Eu ando de bicicleta e transportes por opção e não por qualquer outro motivo.

ahahhah. Tenha dó! Eu tenho é pena de si.
De AlunoUL a 12 de Outubro de 2011 às 17:09
Dor de cotovelo foi a conclusão tirada tanto por mim como por muitos dos meus colegas a quem recomendei a leitura do seu comentário.

Pois fique sabendo que sou uma pessoa que não só anda de carro como anda de bicicleta (de montanha) e tenho por hábito fazer cerca de ~60km por fim-de-semana em percursos bastante acidentados e íngremes. Não teria problema nenhum em levar a bicicleta para a faculdade! O único problema é que chegar todo suado e não ter onde me lavar torna esta opção inviável pois não sou como a maioria das pessoas que usa os transportes pois gosto de andar sem incomodar os outros com eventuais odores vindos do meu corpo. Devo ser maluco?!
Mas para si é só má vontade minha não é?

Para quem anda de transportes por opção e critica quem tem mais que razões para não o fazer, ou reside no hospital Júlio de Matos ou então para lá caminha.

Lembre-se que criticar é diferente de tentar insultar.
De Miguel a 12 de Outubro de 2011 às 17:27
"Lembre-se que criticar é diferente de tentar insultar."

Isto dito pela pessoa que aqui insultou toda a gente que usa o TP e não usa o carro deve ser para rir.
De AlunoUL a 12 de Outubro de 2011 às 17:58
Parece-me que também a sua pessoa lê insultos da minha parte às pessoas que andam de TP.

Será que é porque brinquei com o nome do projecto deste blog? Falta de liberdade de expressão?

Menos1carro = Mais1parvo. O parvo seria eu se passasse a usar os TP de Lisboa que não fossem sobre carris mas da Carris.

Esclarecido?
De Miguel a 12 de Outubro de 2011 às 18:27
"Será que é porque brinquei com o nome do projecto deste blog? Falta de liberdade de expressão?"

Não, foi pelo mesmo pelos insultos directos.
De AlunoUL a 12 de Outubro de 2011 às 21:27
Se estiver com paciência em enumerar os insultos dava-me jeito pois não encontro nenhum. Trato tão bem as pessoas que usam TP como as que usam carro.

"Para quem anda de transportes por opção e critica quem tem mais que razões para não o fazer, ou reside no hospital Júlio de Matos ou então para lá caminha."
Se é disto que se trata o famoso insulto é melhor ler as vezes que forem precisas para entender que o universo de pessoas abrangidas por esse "insulto" é uma pessoa e não várias como calculo que deva ter concluído.
A pessoa em causa nesse comentário trata-se de uma pessoa cujo discurso não tem nexo nenhum. Discurso sem nexo normalmente significa que padece de algum tipo de perturbação psicológica.

Esclarecido?
De Zuruspa a 15 de Outubro de 2011 às 00:06
Esses insultos e demais tiques de menino mimado retiram toda e qualquer simpatia que poderia ter pela tua condiçäo de "pessoa mais alta que a média nos TP apertados". De resto, enumeras os já täo batidos "argumentos" contra os TP. Incluindo o do cheiro do pessoal. Claro que dentro do carro näo se sua, nem se entranha o pivete do fumo dos outros carros. É só maravilhas!

Andava eu no ISCTE nos meados dos anos 90, e como morava *apenas* a 70km de Lisboa, que remédio tive se näo ir de carro. Ia com o meu pai, que trabalhava também em Lisboa. TP tinha-os de 2 em 2 horas no mínimo (hoje em dia felizmente já säo de hora a hora), näo era opçäo para nada. Adoro conduzir, mas odiei ser forçado a ter de usar carro, visto a maravilha de condutores que säo os portugueses.

Mas isso era eu que morava a 70km. Mas e quantos meninos moravam a 7km mas vinham de popó? As desculpas eram sempre as mesmas, e quase 20 anos depois näo mudaram, pelos vistos!

Tens de estar sempre ligado à Internet? Até quando conduzes? Capaz disso, é... entäo e do estacionmento até à UL näo apanhas chuva? A pouco e pouco queimas as tuas próprias desculpas. Mas deixa, breve a gasosa vai estar täo cara que até nem te vais importar de esperar com o portátil à chuva pelo TP... se os houver!

Agora estrebucha à vontade, que näo te irei responder.
De AlunoUL a 17 de Outubro de 2011 às 15:34
Uma comparação a quem mora a 70 km da Universidade para quem mora a 10 km. Ora bem, se eu tivesse o azar de morar tão longe, obviamente que utilizaria os TP por serem muito menos pesados para o bolso mesmo que isso implicasse demorar "só" o dobro do tempo. A diferença está em que quando não tinha carta também eu usava a boleia de um dos meu Pais.. mas até ao metro de Lisboa! Lá calhava às vezes terem de ir em trabalho para o centro de Lisboa e aí deixavam-me na UL. Mas isso era só ás vezes.
Portanto quando não calhava nem uma coisa nem outra, eu levanta-me cerca de 3 horas antes (em vez de 1 hora antes) da hora que tinha de estar na UL. Só que a diferença é que eu só moro a 10 km da UL.

Tenho um exemplo engraçado para dar: A carreira 748 da carris faz o percurso Linda-a-Velha -> Marquês de Pombal praticamente directo pela A5/Viaduto Duarte Pacheco. O tempo de viagem é muito mais curto bem como o número de paragens mais reduzido e já para não falar no número de horas que se poupa em relação a um eventual percurso alternativo.
Ora se eu morasse 5 km mais longe, poupava cerca de 1h por dia de transportes!
P: Então porque não levar o carro até lá e apanhar este transporte?
R: Porque a Parques Tejo (EMEL de Oeiras), já lá chegou e plantou parquímetros em todo o estacionamento existente em Linda-a-Velha!

Pontos comuns entre nós: eu também adoro conduzir e odeio a nabisse do "tuga" ao volante.
Mas eu prefiro aturar a nabisse de alguns que a demora dos TPs com rodas no alcatrão.

P: "Tens de estar sempre ligado à Internet? Até quando conduzes? Capaz disso, é... entäo e do estacionmento até à UL näo apanhas chuva?"
R: Fazer trabalhos nos TP (como foi sugerido por uma pessoa que comentou anteriormente) resulta em ligar um portátil (meu instrumento de trabalho) em plenos TPs e estar ligado à Internet para realizar os trabalhos que me são exigidos pelo curso. Ora obviamente que 10min até casa é idêntico a uma "pausa para café". 1h30m por dia é uma boa sesta para quem tem que fazer e não quer. Assim não tento nenhum sujeito a quem lhe foi tirado o subsídio de pobreza ou de desemprego, a levar-me "emprestado" o meu instrumento de trabalho! =)
A chuva do estacionamento até à UL é equivalente a estar 30seg parado enquanto chove. A chuva nas paragens do Marquês de Pombal que estão a transbordar, é equivalente a ~15min de espera pelo paralelepípedo amarelo a dizer 723.

"Agora estrebucha à vontade, que näo te irei responder."
Custa a algumas pessoas que haja sempre resposta. Temos pena. =)
De T a 17 de Outubro de 2011 às 18:31
Duas sugestões:

1)Percurso de bike + TP: Porque não ir de bicicleta desde casa até à estação de metro/paragem de autocarro seguindo posteriormente viagem de TP?

Pode depois estacionar a bike e seguir viagem de TP. Se o facto de estacionar a bike consistir num problema, também há soluções. Pode simplesmente tentar transportar a bicicleta no TP tendo em atenção as linhas ou horários onde isso é permitido ou adquirir uma bicicleta dobrável e transportá-la no TP sem qualquer restrição. No caso de ser dobrável também tem a vantagem de poder ficar guardada num cacifo.

2) TP + percurso de bike.
Esta hipótese seria apanhar uma linha que seja mais perto de casa e que passe num raio de 3 a 5 km da UL. Por exemplo o autocarro 723 da carris é um BikeBus. http://www.carris.pt/pt/bike-bus/

Desta forma poderia ser evitada parte da volta que o autocarro dá poupando algum tempo.

Tendo em conta que a distância Casa UL é de 10 km e que parte deste percurso seria feito à boleia dos transportes públicos, o restante percurso seria algo muito simples de fazer de bicicleta, algo que nem sequer daria para aquecer quanto mais para transpirar.

Caso necessite de ajuda a planear ou efectuar o percurso, pode sempre contar com a ajuda de outros ciclistas urbanos que estão disponíveis para o efeito em bikebuddy.mubi.pt
De CAV a 18 de Outubro de 2011 às 10:17
Uma bicicleta dobrável cabe em qualquer lado e é o melhor investimento que se pode fazer para quem anda de TP.
O que eu acho incrível é um jovem conseguir arranjar tantas desculpas como um idoso para evitar de fazer o mínimo esforço. Têm um bom futuro, têm...
De AlunoUL a 20 de Outubro de 2011 às 00:23
Boas,

Desde já queria agradecer as sugestões. Admito que já tinha ouvido falar mas conhecer ainda não conhecia.

Eu tenho bicicleta, embora pouco prática para este tipo de andanças.. Mas lembrei me que a loja onde comprei a minha actual, vendia as engraçadas bicicletas dobráveis e essas tenho visto por aí.

Estou a estudar as hipóteses e se vir que me compensa, tratarei de dar uso ao estatuto de "antigo cliente" da loja e quem sabe, conseguir um desconto =)

O site bikebuddy.mubi.pt (que não conhecia) é uma ideia bastante engraçada e que irei divulgar entre amigos e colegas.

Obrigado mais uma vez
De anon a 12 de Outubro de 2011 às 12:05
Obvious troll is obvious.
De jp55m a 11 de Outubro de 2011 às 11:45
Boas,


Acho que sim, que se deve rebentar já com a Emel para também eu poder começar a ir trabalhar de pópó </a>.

Agora a sério:

Para esse tipo de distâncias diárias 20Km ) a melhor alternativa é, de longe, a bicicleta. Caso o rácio preguiça/coragem não o possibilite, e face à eventual inexistência de transportes públicos em condições, consideraria ou uma bicicleta eléctrica, ou uma scooter 125 (prática, económica e não é um estorvo social da dimensão do pópó </a>

Claro que há toda uma mentalidade a mudar. Com medo que os bandidos roubem a tralha, medo da chuva (em Lisboa!) e joelhos negros dos autocarros, pode ser difícil.


Nota: Opinião baseada em 20 anos de deslocações diárias entre Cascais e Lisboa, pela seguinte ordem:

Primeiros 2 anos de pópó </a>Recém-encartado, parece rápido e confortável (não é nem uma coisa nem outra) e a mentalidade do fim da adolescência não se coadunava com questões sociais nem ambientais.

Depois, de mota durante 15 anos. É prático, mas actualmente com 38 anos já começa a faltar a paciência para aturar as imbecilidades dos condutores de automóveis.

Actualmente, desde há 4 anos, de comboio e bicicleta 25Km /dia).
De AlunoUL a 11 de Outubro de 2011 às 23:35
Até que enfim uma critica com alguma coisa de construtivo para se responder (já o anónimo lá em cima só tem tentativas falhadas de ofensas à minha pessoa).

Pois quanto à bicicleta, eu teria o maior gosto de usar, porque não só gosto de andar de bicicleta como de fazer desporto. Mas como não vivo numa cidade Holandesa mas sim em Lisboa (cidade das 7 colinas), a bicicleta torna-se num meio de transporte que me obrigava a tomar banho assim que chegasse à faculdade. Impossível dada a ausência de um balneário com chuveiros por se tratar de uma faculdade e não de um ginásio.

De mota não posso andar porque quem dita as regras do tecto onde vivo não me permite andar em veículos com menos de 4 rodas.

Eu tenho um colega que mora actualmente em Cascais e estuda já há 5 anos na Cidade Universitária. Ainda está a tirar a licenciatura pois demorava tanto quanto eu (nas horas de ponta) a deslocar-se de comboio+metro. Ele disse-me exactamente o mesmo acerca de ir de carro e eu acredito. Mas eu mais uma vez não uso o percurso que quem mora em Cascais usa e por isso estou bem mais cedo na faculdade. Este meu colega é famoso na minha faculdade pelo número reduzido de vezes que lá aparece. Trata-se de um caso de "redução de propinas" dada a assiduidade às aulas. (piadas do pessoal)

As imbecilidades dos condutores é algo que também a mim me irrita. Mas prefiro aturar essas imbecilidades do que o cheiro de alguns utentes dos transportes públicos que sabe-se lá porquê são cada vez mais a "esquecerem-se" de tomar banho.

Acerca dos "bandidos" é fácil. Uma magnum de alto calibre resolve. Esqueci-me é que não é legal andar armado e eu não sou muito de cometer ilegalidades. Colegas a ficarem sem portáteis é o pão nosso de cada dia. E smarphones então… Mas isso são coisas que me devem andar a pôr na cabeça! Alguma vez há "bandidos" a assaltar sem vergonha à frente de toda a gente e ninguém faz nada? Devo andar a drogar-me ou então a ouvir testemunhos reais! (uma pista: a segunda está certa)

Posso só ter 22anos mas parecendo que não já aprendi muito (se calhar demais) acerca dos perigos das mentes mal intencionadas que circulam por aí inclusive nos TP sem pagar!
Com esta crise já nem em casa estamos seguros porque um dia esses "bandidos" viram hienas ou lobos e daqueles com fome!

Portugal dos pequeninos não dá para os maiorzinhos.
De CJ a 12 de Outubro de 2011 às 10:19
Você tem 22 anos, já deveria saber que Lisboa é uma cidade tão ciclável como qualquer outra. Há imensos estudos que o indicam, mas suponho que passa o seu tempo no Facebook e a ler a Automagazine e não tem tempo para cultura.

Eu moro perto de Cascais e não demoraria mais de uma hora a chegar aí, por isso deixem-se de tentar enganar a você mesmos.

E é triste a sua descriminação para quem anda de TPs. Típico do português ignorante que julga que quem anda de transportes são os pobres. Fique a saber que o meu filho de 6 anos conhece mais países do que provavelmente toda a sua turma da escola junta. Provalemente nunca foram além do Algarve.

Grande futuro o do nosso país...

É verdade, as regras do tecto onde vive não lhe permite andar em veículos com menos de 4 rodas mas bicicleta já não seria problema? Ah pois oss declives. Coitado, com 22 aninhos deve ser muito dificil para sí e as miúdas não gostam de homens a cheirar mal.

E não se esqueça, pior do que aquelas "mentes mal intencionadas que circulam por aí inclusive nos TP sem pagar" existem os carjackers que aindam o levam no porta-bagagens e lhe tiram a virgindade de bónus. É um mundo lixado este.

Cresça.
De AlunoUL a 12 de Outubro de 2011 às 17:45
Portanto conclusões a tirar da sua "pseudo-critica". A sua pessoa acha saudável fazer um percurso em que pelo menos 60% não tem ciclovia e que me obrigaria a infringir a lei por andar com um veículo não autorizado em certas vias reservadas a automóveis e motocliclos
Mas deve ser má vontade minha não respeitar nessas cenas do código da estrada.

Recomendo que venha testar o percurso que tenho de fazer todos os dias de carro e depois tente fazer o mesmo de autocarro+metro. De todas as alternativas de transportes públicos que tenho a mais rápida já a referi em cima e mesmo assim demoro no mínimo 1:30h. Ora morar em Cascais fica mais longe cerca de 20km (a partir de Algés que fica +/- perto de minha casa) do que eu faço todos os dias e ainda assim se demora menos 30 min? Vou me mudar para Cascais!!!
Como vê deu-me razão.

"Coitado, com 22 aninhos deve ser muito dificil para sí e as miúdas não gostam de homens a cheirar mal." Adorei ler isto. Mostra mesmo o nível da pessoa que o escreveu. Obrigado por me fazer sentir acima do nível de trolha. =D

A discriminação não é porque tenho mais dinheiro ou não que as pessoas que andam de transportes públicos. A discriminação, tal como disse em cima, é para pessoas com um comprimento tão acima da média nacional (poupei-lhe tempo de leitura dos comentários acima). O português pensa pequenino então faz pequenino e os outros que são diferentes que se fod** não é? Mas quando se quer ter razão ignora-se a realidade como foi o seu caso.

O meu futuro não passa por Portugal. Felizmente tenho mais que oportunidades para ir trabalhar para o estrangeiro e deixar este povo que é desorganizado, tenrinho e que pensa pequenino. Somos dos poucos países em que o povo é literalmente enrabado pelo estado e ainda agradece (lá se foi a sua virgindade anal)

Pois para acabar, fica aqui um elogio à prestigiada instituição EMEL! No meio do campo grande existe um parque automóvel onde, quando calha, lá ponho o carro. Nem há um ano tentaram assaltar-me o carro que ficou com as fechaduras da mala e portas todas moídas. A EMEL disse: "Não nos responsabilizamos por eventuais danos aos veículos nos nossos parques". Ou seja aproveitam o espaço (antes era público) metem um par de cancelas na única entrada desse espaço, cobram e não se responsabilizam por nada do que aconteça no espaço que é deles. Isto é Portugal meu caro amigo(a). Isto é a EMEL!

Portanto da próxima vez pergunte-me antes por onde andei para saber se conheço ou não mais países que o seu filho de 6 anos porque só conhecendo outros países na europa qualquer um é melhor que Portugal. (tirando a Grécia talvez)

Espero que tenha entendido que as razões que me levaram a escrever aqui não foi para provocar ninguém e que para tentar insultar quem veio aqui falar sem facas na mão não precisa de crecer mas que quem veio dessa forma, esses sim precisam de crescer.
De T a 12 de Outubro de 2011 às 16:18
Alguém o está a proibir de ir de carro? Alguém o está a obrigar a ir de transportes públicos ou de outra forma qualquer?

Não estou a perceber o porquê de vir para aqui com lamechices. Se está a utilizar um serviço é mais que óbvio que tem de pagar por ele.
De AlunoUL a 12 de Outubro de 2011 às 17:53
Alguém me está a proibir de ir de carro? Não.
Alguém me está a obrigar a ir de transportes públicos ou de outra forma qualquer? Não.

O problema é que as pessoas ficam demasiado exaltadas quando alguém prova que os transportes públicos em Lisboa com excepção do metro, são inúteis.
Mas parece que também a sua pessoa ficou exaltada ao ponto de achar lamechices uma crítica aos autocarros da carris pelos defeitos acima descritos por mim.

Estou a utilizar um serviço que tinha encargos monetários idênticos aos encargos dos outros serviços e me poupava imenso tempo. Agora adicionaram mais um encargo que a meu ver não é justo pela localização em questão e vem aqui a sua pessoa chamar-lhe "lamechices". Ri-me.

Espero que tenha entendido a diferença entre lamechices e crítica à carris.

Obrigado
De T a 12 de Outubro de 2011 às 18:43
Só há uma pessoa exaltada aqui, você. Só isso explica que leia nos comentários dos outros coisas que não estão lá e que use essas mesmas coisas como argumentos para a discussão. Não há no meu comentário qualquer referência às suas criticas à Carris ou a outra qualquer empresa de transportes.

Se ninguém o está a proibir de ir de carro, nem a obrigar a ir de transportes públicos ou de outra forma qualquer significa que a opção de transporte é inteiramente sua. Porque é que devem ser terceiros a sustentar as suas decisões pessoais de mobilidade?
Porque é que a UL deve disponibilizar terrenos do seu campus para acomodar as pessoas que se deslocam para lá de automóvel privado? A meu ver isto até é uma discriminação porque quem não se desloca para a UL de carro não paga menos propina por isso.
De AlunoUL a 12 de Outubro de 2011 às 21:16
Eu estou super tranquilo. Vim aqui numa de partilhar o meu caso e pelos vistos ofendi alguém que se sentiu super insultado (e ficou super exaltado) porque alegam que insultei as pessoas que andam de TP! Isto cai no ridículo quando a minha opinião não é respeitada e é vista como um insulto (não sei nem como nem porquê).

"Não há no meu comentário qualquer referência às suas criticas à Carris ou a outra qualquer empresa de transportes."
Mas devia! Porque é disso que se trata esta discussão.

"Porque é que devem ser terceiros a sustentar as suas decisões pessoais de mobilidade?"
A opinião dos outros nenhuma influência tem nas minhas decisões pessoais. Mas parece que há quem se sinta incomodado com facto de isso ser assim e como tal, mais uma vez se sentem ofendidos.

P:"Porque é que a UL deve disponibilizar terrenos do seu campus para acomodar as pessoas que se deslocam para lá de automóvel privado?".
R: A UL disponibiliza terrenos para acomodar as pessoas que se deslocam para lá de automóvel privado. Docentes e funcionários têm direito a lugar privativo nos diversos parques das faculdades. Alunos em regime pós-laboral também têm direito aos parques.

Pagar menos propinas porque se anda de TP? Era uma boa ideia! Assim só ia de carro a quem compensasse o tempo perdido em TP e fizesse o sacrifício monetário em pagar + propinas do que os outros para se deslocar de carro. Acredito que com esse tipo de medidas a EMEL deixava de ter 80% dos clientes e chegaria à conclusão que os novos parquímetros tinham sido um investimento em vão.
Se a UL passar por aqui e lhe rouba a ideia.. Eu cá patenteava já!

Por mim está tudo dito. Boa sorte para todos no resto das vossas vidas.
De T a 12 de Outubro de 2011 às 22:38
"Mas devia! Porque é disso que se trata esta discussão."
Você agora é que decide do que se trata a discussão e do que as outras pessoas devem ou não devem comentar? Ainda tem a lata de falar em falta de liberdade de expressão?

""Porque é que devem ser terceiros a sustentar as suas decisões pessoais de mobilidade?"
A opinião dos outros nenhuma influência tem nas minhas decisões pessoais. Mas parece que há quem se sinta incomodado com facto de isso ser assim e como tal, mais uma vez se sentem ofendidos."
Nem sequer respondeu à pergunta, foi mesmo ao lado.

Porque não pega nas criticas que fez aqui à Carris e as apresenta em sede própria? Porque não levar até a reclamação mais longe através de uma petição por mais linhas, maior frequência, maior rapidez, mais fluidez, mais faixas BUS, etc, etc. Porquê apenas protestar contra a implementação desta medida em particular quando poderiam ir mais longe e estender o protesto a medidas que de facto façam a diferença?

Se o vosso protesto surtir algum efeito, no máximo o estacionamento continuaria a ser gratuito, se por outro lado conseguissem resolver problemas nos transportes públicos poupariam várias vezes mais. Fica o desafio.
De AlunoUL a 12 de Outubro de 2011 às 23:47
Porque infelizmente estamos em portugal e protestar seja contra o que for não dá em nada. Vejamos os exemplos das SCUT, acordo ortográfico entre outros que chovem petições e reclamações, enchem os tribunais e o resultado é que tudo fica na mesma! O governo quer pode e manda!
As pessoas do interior passam a usar estadas nacionais sem condições de segurança (porque não há dinheiro), vamos escrever em português-brasileiro até ao resto dos nossos dias e uma carta para a carris ia aumentar a distância entre os bancos, diminuir o número de paragens para tornar as carreiras mais rápidas e ainda aumentar a frequência destas!

Adorava ver o país dessa forma. Assim passava os meus tempos livres a preencher reclamações e formulários de sugestões! Se é para melhorar.....

Justiça em Portugal:
Vou então dar um exemplo. A EMEL de Oeiras chama-se Parques Tejo. Ora ainda bem à pouco tempo fui visitar uma amiga minha numa tarde livre que tinha e como só o costumo visitar à noite para irmos sair, nem me lembrei que de dia os parquímetros estão ligados e famintos.
Pois parei o carro num lugar pago e só voltei 2 horas depois. Quando lá cheguei tinham-me bloqueado! Obvio. Paguei 90€: 60 para tirar o cadeado da roda e 30 de contra-ordenação!
Pois bem, tanto a EMEL como a Parques Tejo incorrem em violação da lei quando colocam parquímetros que só aceitam moedas. A Lei é clara e para seguir à risca! Mas só para alguns! Mais uma vez é Portugal no seu melhor.
Mas eu reclamei! Se tenho razão, envio uma reclamação para o responsável pela monitorização destas empresas em Portugal. O Presidente da Segurança Rodoviária recebeu a minha reclamação (escrita por um advogado amigo) e muito provavelmente fez o que a carris faz com todas as reclamações que recebe: Limpa bem o rabinho com elas porque em termos de crise qualquer coisa à pala server para poupar.

Como vê meu caro amigo, a sua sugestão serve tanto como fazer a reclamação/sugestão à carris.

Os 90€ vão servir para pagar eventuais buracos na Madeira e eu nunca mais os verei. O meu ódio para empresas do tipo EMEL é justificado. Não pense que sou só revoltado porque sim.

Sem mais a acrescentar,

AlunoUL

"Tudo o que desejas para mim eu desejo o dobro para ti"
De T a 13 de Outubro de 2011 às 10:59
Então não reclames e contas para a lista dos que por tuas palavaras são e passo a citar:
" literalmente enrabado pelo estado e ainda agradece (lá se foi a sua virgindade anal)"
De AlunoUL a 14 de Outubro de 2011 às 00:36
Ainda que o estado tivesse voto na matéria de como estão feitos/organizados os TP... Que pena essa "boca" não servir para o meu caso... Já protestei tanto e nada vi resultar. Neste momento não reclamo por ter a certeza baseada na experiência que gastar o meu tempo em ir à carris preencher um formulário de sugestões cuja finalidade do papel é a mesma que o papel higiénico é, obviamente, inútil.
Eu não agradeço ser e passo a citar-me "literalmente enrabado pelo estado". E digo mais, condeno tanto disso que à primeira oportunidade de sair daqui, nem penso 2 vezes e vou! Não tenho grande vontade de herdar os erros das anteriores gerações, pagar por isso e ainda "agradecer"!
Ao contrário do que muitos pensam o sentido de orgulho da minha geração em pertencer a este país é o oposto que sentem as gerações que viveram o 25 de Abril. Nós cá não nos orgulhamos dos buracos financeiros que o pessoal dessas gerações nos deixaram como herança e uma coisa é certa: Ao sair-mos desta cratera denominada de Portugal, não olhamos para trás.
A novidade da EMEL é só um exemplo do quão faminto está este estado. Hoje parquímetros na faculdade 1€/hora, amanhã pagamos o ar que respiramos com a mesma tarifa.

Lembrei-me agora! Sem subsídios para o ano, sou capaz de tirar um dia para ir à carris preencher papel higiénico! Obrigado portugal!
De TMC a 14 de Outubro de 2011 às 01:13
Vá, também já chega. Foi divertido ler-te enquanto durou mas está a tornar-se repetitivo.

Vamos lá parar com o chorrilho pueril e birrento de disparates:

1-Não conheces toda a organização dos TPs
2- Não és a voz da tua geração
3- Não és analista político nem financeiro
4- Fazes generalizações abusivas de casos particulares e de experiências pessoais.

Continua a espernear à vontade. Entretanto, cresce e aparece. O teu problema é quereres assumidamente desistir e afirmares que a desistência é o único e inevitável caminho, uma espécie de fado nacional; se fosses realmente indiferente para com aquilo que achas injusto, simplesmente não reclamavas; reclamar é tentar melhorar ou modificar um serviço apreendido como ineficiente.

Se queres ir embora vai. Depois diz-nos só como são os campus lá de fora; e como são os preços, se existirem parques de estacionamento :)
De AlunoUL a 14 de Outubro de 2011 às 13:13
Bem, mas para descer a esse nível deve ser porque devo estar farto de dizer verdades. Não estive aqui para divertir ninguém. Mas quem desce tão baixo, se calhar até se divertiu =)
Se calhar ofendi o orgulho do 'tuga'.

"Chorrilho pueril e birrento". Adorei ler isto. Mostra claramente que as pessoas partem do princípio de que estou furioso a escrever. Sou uma pessoa calma e que se limita a escrever o que são as suas convicções mas só porque saber que este país não é para quem tem altura e maneira de pensar acima da média nacional, não quer dizer que esteja aqui a "chorrilhar" e a fazer birras como alega. Apenas aponto defeitos onde eles existem e depois, bem, depois vou de carro para a faculdade. =D

"1-Não conheces toda a organização dos TPs"
Nunca disse que conhecia a organização dos TP a fundo. Estou apenas a basear-me na minha experiência (que não foi a melhor) e no que ouvi das pessoas que usam diariamente os TP's.

"2- Não és a voz da tua geração"
Não sou, não disse que era nem nunca serei. É o que eu acho, os meus amigos e colegas acham e também a muitos da geração da minha irmã que é mais nova 3 anos. Mais uma vez mal entendido da sua parte! =D

"3- Não és analista político nem financeiro"
Também nunca disse que era. A realidade fala por si. Eu apenas apontei factos e expressei a minha opinião. (chama-se liberdade de expressão) xD

"4- Fazes generalizações abusivas de casos particulares e de experiências pessoais."
Concordo totalmente a esta opinião. Mas não sei se reparou no tipo de gente com quem aqui estive a falar que, se assim não fosse, não respondiam ao tema que aqui me trouxe aqui.

Mais uns esclarecimentos: Não sou daqueles que acha que desistir é o único caminho a tomar ao contrário do que foi dito por si.
Se foi tão divertido "ler-me", deve ter chegado à parte em que até a um advogado recorri para protestar. Portanto da próxima é só pensar um pouco antes de "teclar".

"se fosses realmente indiferente para com aquilo que achas injusto, simplesmente não reclamavas"
Mas como posso ser indiferente ao facto de não só eu mas como as outras pessoas que usam os TP's ao invés de demorarem um pouco mais do que se fossem de carro, demorarem cerca de 8 a 10 vezes mais?
Mais uma vez parece que não me leu bem o suficiente para concluir as razões que me trouxeram aqui.

"reclamar é tentar melhorar ou modificar um serviço apreendido como ineficiente."
Sem dúvida! Mas quantas reclamações dão resultados a curto/médio prazo? Talvez umas décadas depois...................

Eu adorava ir-me embora! Não tem noção o quanto! E não se preocupe com os parques de estacionamento nos campus lá fora.. Aposto que os TP's lá prestam! =D

Beijinhos e abraços!

PS: Agora vou estudar para ser não demorar o "cavanço" daqui para fora!
De Alfalfa Romeu a 12 de Outubro de 2011 às 23:18
Maricas de merda anti-automóvel! Chupem-me os pistons. Haviam de ser metidos dentro de um motor de combustão interna e mamarem com o ciclo de otto a toda a velocidade nessa boca. Deviam ser proibidos de utilizar electricidade e começar a limpar o cú às ervas.
E já agora irem viver pro campo, anti-progressistas de merda! Cada vez pior esta cidade!
De Ambientalista Arraigado a 13 de Outubro de 2011 às 04:12
O quê???? Ah é?! Então olha, é assim, eu partia um raio na tua fuça e prendia-te as mãos com a corrente a escorrer óleo. Depois punha os teus ***** entre os v-brake e apertava as manetes até ficarem bem esmigalhados. A seguir enfiava o meu cadeado em U no teu ****. Por fim, pendurava-te no meu suporte PCS9 da park tooks e queimava-te vivo. Espera, isso não que faz muita poluição, uhmm... ah já sei, separava-te em bocados e punha-te nos ecopontos correctos.

Ah, toma que já ouvistes das boas! É para aprenderes!
De CAV a 14 de Outubro de 2011 às 11:02
Cada vez convenço-me mais que o monóxido de carbono acaba com os neurónios desta gente :)
Não importa, a crise está a pertar ainda mais. Daqui a pouco é vê-los a andar de carro como o Fred Flinstone.
De Manel a 12 de Outubro de 2015 às 08:40
Que filme que vai aqui. Numa altura de crise, é *muito mau gosto* estarem todos felizes por terem colocado a render para a EMEL mais espaço público. É triste as pessoas verem-se condicionadas a não trazer carro, quando vergadas pela carteira. Também acrescento que não concordo de todo, sendo do tempo que se ia de autocarro para a Universidade, que os meninos venham de pópó, e que o sistema cá esteja desenhado para os velhotes não terem posses para andar de carro de um lado para o outro...Verdade seja dita, para trabalhar venho de carro se programar bem as horas de entrada e saída, gasto 20-25 minutos, e de metro gasto 2 horas e chego ao fim do dia knock-out. Há coisas que simplesmente não se pagam, independentemente dos disparates que possamos ler aqui. Quanto ao nosso amigo da novela, não dê corda de futuro à malta, como dizem, os porcos adoram que desçam ao nível deles para lutar na lama.

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