Quinta-feira, 14 de Janeiro de 2010

Pergunta

Este blogue começou a sua actividade em Novembro de 2006.

 

Sem consultar qualquer documento, quantas pessoas pensam os leitores que morreram na estrada desde essa data até 1 de Janeiro de 2010?

publicado por TMC às 15:51
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19 comentários:
De Frederico a 14 de Janeiro de 2010 às 15:56
Em Portugal: cerca de 3000?!
De Tárique a 14 de Janeiro de 2010 às 17:04
Mais ou menos 3 por dia ? 3300 ?
De joana a 14 de Janeiro de 2010 às 17:50
umas 2600, se só contarmos as que morreram no local do acidente ou a caminho do hospital.
De OLima a 14 de Janeiro de 2010 às 19:01
Boa pergunta. Não faço ideia. Umas boas centenas, creio. Aliás são perguntas destas e postas sempre acutilantes que fazem este blogue merecer o mais que justo destaque na plataforma do SAPO. Parabéns e votos de mais postas "à maneira".
De andre a 14 de Janeiro de 2010 às 19:16
Eu diria que cerca de 1500, sem contar com atropelamentos.
De Rui a 14 de Janeiro de 2010 às 20:05
300 por ano penso eu. 1000 aproximadamente?
De pedro a 14 de Janeiro de 2010 às 21:04
demasiadas :(
De Phil a 15 de Janeiro de 2010 às 06:31
infelizmente e tenho de concordar!

este é o comentário mais apropriado!
De MC a 15 de Janeiro de 2010 às 14:49
Desculpem abrir um debate lateral, mas queria pegar num debate que tive em tempos: a partir de quantas é que acham não seriam "demasiadas"?
Ou colocando a pergunta de uma maneira menos cínica, se há uma forma de garantir zero mortos - velocidade máxima de 5km/h, e sabendo que é impossível garantir zero mortes com velocidades máximas mesmo de 40 ou 50km/h, porque é que ninguém(?) é a favor dos 5km/h como limite máximo?
De pedro a 15 de Janeiro de 2010 às 15:57
a resposta a esse debate não passa exclusivamente pela redução da velocidade, porque um carro contra um peão /bicicleta é sempre o carro que ganha, seja a q velocidade for.

Claro que limites como os "zonas 30" e assim reduzem claro a mortalidade, mas a opção mais eficaz, do meu ponto de vista, é o título deste blog :)

Acho que ainda ninguém morreu por ter levando um encontrão de uma bicicleta.
De Phil a 16 de Janeiro de 2010 às 18:51
Infelizmente, até a 5 km/h é possivel haver mortes! por isso reduzir a velocidade a niveis absurdos não é resposta...
Como já te se tem falado muito aqui no blog, acho que passa pela responsabilização EFECTIVA dos condutores! Os condutores simplesmente não têm noção de que conduzir um automóvel é um perigo! não propriamente para o condutor, mas para os outros utentes da via, principalmente os peões e bicicletas...

Zero mortos creio que é impossível de atingir, ou mesmo algo mais perto. simplesmente os acidentes acontecem...

Por acidente não me refiro ao automóvel que vai a 100km/h numa zona de 50km/h e que atropela o peão, que se """""atirou""""" para a frente do automóvel, a tentar atravessar a passadeira!
(na minha opinião isso é homicídio!)
De Joana a 18 de Janeiro de 2010 às 09:53
A resposta à primeira pergunta teria também de ser cínica: todas as mortes na estrada são "demasiadas".

Quanto aos 5 km/h, estás a referir-te, claro, ao trânsito dentro das povoações. Não acredito que queiras que se passe a andar a 5km/h nas nossas maravilhosas e modernas auto-estradas.

Porque é que ninguém defende uma velocidade máxima de 5km/h?
Esquecendo agora o facto de vivermos numa sociedade quase dependente do automóvel, que nunca defenderia tal coisa, uma velocidade máxima de 5 km/h tornaria a circulação automóvel inútil - seria igualmente rápida a deslocação a pé e muito mais rápida a deslocação em bicicleta ou em transportes públicos (sempre, com ou sem engarrafamentos).
Só não seria inútil no quadro de uma solução tipo Vauban - entrada em zona residencial para cargas e descargas (em que o limite de velocidade é mesmo de 5 km/h nesse bairro).

Em suma, defender um limite de velocidade de 5km/h só seria concebível no âmbito de um plano de redução drástica da circulação automóvel nas cidades. Que, simultaneamente, serviria o objetivo da segurança rodoviária.

Isto não responde inteiramente à pergunta, porque a tua pergunta está relacionada com as mortes nas estrada. Concluindo-se que a velocidade máxima de 5km/h tornaria praticamente inútil a utilização do automóvel, haveria que perguntar: e o que é que é mais importante? Eliminar as mortes nas ruas das cidades ou garantir a utilidade de um meio de transporte absolutamente dispensável dentro de uma cidade? A formulação desta pergunta já inclui a minha resposta...

Também sucede muitas vezes as deslocações de automóvel dentro de uma cidade se fazerem a uma média final igual ou inferior a 5km/h, por motivo de congestionamento do tráfego. Naquela corrida modal promovida pelo António Costa em Setembro, a velocidade média do Porsche foi de 9km/h. Reduzir de 9km/h para 5km/h é insignificante... Mas esta análise já pressupõe que o engarrafamento existe sempre, a qualquer hora do dia.

Quanto à mortalidade: com uma velocidade máxima de 5km/h, reduz-se a zero o número de mortes causadas em condutores (mesmo em choque frontal a essa velocidade, a probabilidade de um dos condutores morrer é praticamente nula). Restam, pois, os atropelamentos. Mas com essa velocidade, os atropelamentos seriam reduzidos quase a zero e, mesmo quando ocorressem, a probabilidade de o peão sair do acidente com vida seria muitíssimo mais elevada.
De pedro a 19 de Janeiro de 2010 às 07:27
para mim os 5km/h não são nada absurdos. tal como a Joana diz e mto bem, se esse limite de velocidade fosse imposto, a inutilidade do automóvel nos centros das cidades seria óbvia.

de qualquer modo, a jeito de complemento, vim deixar um link mto interessante sobre este assunto:
http://www.arribaelachancha.cl/2010/01/18/velocidad-de-circulacion-y-su-impacto-en-peatones/

os links do artigo são de aproveitar tb :)

<3
De ana a 14 de Janeiro de 2010 às 21:05
5000?
De Fuschia a 14 de Janeiro de 2010 às 22:01
Umas 200 por ano...800, mais ou menos...creio que tem vindo a diminuir. VI nos comentários números maiores, mas depende do que estamos a contar, acidentes de viação ou atropelamentos também.
De T a 14 de Janeiro de 2010 às 22:29
Umas 800 pessoas ao ano. Cerca de 2500 nesse período.

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