Terça-feira, 8 de Setembro de 2009

Os segways nunca me convenceram, os carros eléctricos também não.

Esta inovação a ser actualmente lançada nos estados unidos mostra um conceito que na minha opinião é bem melhor que um segway, principalmente porque se eu tivesse um segway nunca saberia onde o estacionar.

 

Adoro o conceito.(sei que pode haver várias fragilidades/limitações, mas mesmo assim...)  Ora vejam:

 

 

 

 

publicado por António C. às 00:14
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11 comentários:
De PJ a 8 de Setembro de 2009 às 01:41
bem costumo ser altamente céptico qto a estas coisas de tecnologias e coelhos tirados de cartolas e esse tipo de fogos de artifício, mas esta solução parece-me interessante. o único contra, assim de repente, seria o preço -- 3500€ -- e mesmo assim isto é um "contra" subjectivo..

cumps,
De TMC a 8 de Setembro de 2009 às 10:10
Cheira a banha de cobra.
De António C. a 8 de Setembro de 2009 às 10:23
Sim, principalmente porque a autonomia é só de 8 a 10 km, de qualquer modo, não deixa de ser um conceito interessante.
De francesco a 8 de Setembro de 2009 às 11:15
Mais um brinquedo.
De Rui a 8 de Setembro de 2009 às 19:02
Queria ver aquela rodinha de trás numa calçada cá em Lisboa!!
De dina a 8 de Setembro de 2009 às 19:40
As calçadas de Lisboa, as ruas inclinadas do Porto... Esse foi realmente o meu primeiro pensamento.
A ideia é boa, mas acho que não oferece qualquer segurança às pessoas, especialmente em cidades como as nossas...
De Tiago Bonito a 8 de Setembro de 2009 às 23:36
Concordo que carros eléctricos apenas servirão num futuro próximo para pequenos trajectos urbanos e, uma vez que o preço deverá ser semelhante a um automóvel a combustão, obrigaria a possuir 2 automóveis e ocupar o dobro do espaço de estacionamento.
O que existe actualmente, a preços competitivos, são as scooters eléctricas. Com autonomias de 40 a 80Kms , são perfeitas para aquilo que normalmente serve uma scooter, pequenos trajectos.
Desloco-me à 2 anos numa Bereco que serve perfeitamente para os meus 40Kms diários. Estando agora na altura de trocar as baterias, optei por trocar por um modelo semelhante com baterias de lítio, 80kms de autonomia e 80.000Kms de duração. Que façam 50.000kms , são quase 10 anos de deslocações diárias.
Gasto cerca de 0,40€/100Kms , emito 0g de Carbono, estaciono à porta do trabalho (sem obstruir o passeio), não paro em, nem contribuo para engarrafamentos.
Muitos diários de bordo de vários modelos em http :/ forum.novaenergia.net /viewforum.php?f=32&sid=ef18cf1b1a9eccd9e34a3c5224f3ef88
De MC a 21 de Setembro de 2009 às 15:14
Eu cada vez mais só fã dessa opção (80km de autonomia está me a deixar com água na boca!!), mas por favor não vamos mentir...
as motas eléctricas não emitem controlo no local, mas emitem na central eléctrica, tal como o ar condicionado, o frigorífico, a lâmpada incandescente.

E como já aqui escrevi, o preço é artificialmente mais baixo que o custo real por variadíssimas razões, e isto é insustentável. Se o transporte eléctrico se massificar ele também terá que contribuir para a manutenção de estradas, regulação de trânsito, etc.. Isto já para não falar no custo da electricidade que é artificialmente baixo.

Cumps
De PJ a 9 de Setembro de 2009 às 00:32
bem creio q o facto desta solução ter uma autonomia "curta" -- uma vez mais um conceito relativo -- e poder ter dificuldades em pisos irregulares, isso são "contras" inerentes à solução mas não a tornam de todo ineficaz (ando no porto sem suspensão na bike e nunca foi coisa que me fizesse grande diferença, principalmente para velocidades até 20km/h).

em contrapartida, o facto de pesar 10kg e poder transportar 100 kg (i.e, 10x o seu peso) é a parte brilhante da história.
os carros eléctricos pesam sei lá uns 1300kg, o q qer dizer q há uma toda parfenália de chapa e outros requintes típicos dos carros modernos têm q ser arrastados com o condutor q, ou muito me engano, ou raramente ultrapassa os 100kgs com a bagagem, para além de n resolver assuntos como a sinistralidade ou espaço requerido.
o mesmo posso dizer de uma mota eléctrica; em vez de 1300kg, são uns 80 ou 130, mas uma vez mais n se consegue articular com transportes públicos, também ocupam o seu espaço jeitoso e também têm uma sinistralidade associada.

pondo assim as coisas -- relacionar peso do veículo com peso transportado -- esta solução é deveras eficaz.

ainda assim, se me pusessem esta coisa à frente, continuava apreferir a minha bicicleta, mas a isto até já se pode chamar preconceito.

cumps,
De Tiago Bonito a 10 de Setembro de 2009 às 00:44
Concordo contigo que a bicla é a solução ideal. Vivi uns anos em Gaia, junto à ponte da Arrábida e trabalhava no Porto também próximo da ponte. Dava-me um gozo bestial pedalar diária e calmamente pela ponte, desfrutando da magnífica paisagem apenas incomodado pelo fumo e as buzinas dos "enlatados" que seguiam furiosamente engarrafados e lentos. Acenava alegremente aos meus colegas e ainda tomava o meu café calmamente enquanto eles lutavam por um lugar para estacionar. Mas isso era a 5Kms de casa e sempre em plano. É que tenho de andar vestido "pipi" e por isso pedalar mesmo suavemente.
Actualmente tenho a sorte de morar próximo e trabalhar em Viana do Castelo, numa das zonas menos poluídas e mais bonitas do país.
Mas esta opção também teve os seus custos, 10Kms de distância ao trabalho e transportes públicos vergonhosos, nomeadamente o comboio que já foi excelente na Linha do Minho.
Daí a opção pela scooter eléctrica que, mesmo as a gasolina a 4 tempos com consumos de 2l/100Kms, significam cada uma menos 1 carro.
Também a elevada sinistralidade destas "motinhas" se deve sobretudo aos carros.
Quanto ao tópico, um brinquedo interessante, mas um brinquedo.
De MC a 21 de Setembro de 2009 às 15:16
"Daí a opção pela scooter eléctrica que, mesmo as a gasolina a 4 tempos com consumos de 2l/100Kms, significam cada uma menos 1 carro."

Exactamente!

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