Domingo, 16 de Novembro de 2008

16 de Novembro: Se este dia não lhe diz nada, comemore!

Hoje dia 16 de Novembro comemora-se o dia mundial das vítimas na estrada.

 

Segundo esta notícia, em 2008, houve menos 12% de mortes na estrada do que em igual período de 2007, resultando, mesmo assim, em 642 mortos até ao dia 7 deste mês.

 

É sempre duro analisar número de mortes com estatísticas, e por isso, mesmo sugerindo uma evolução positiva, estes dados são MUITO preocupantes. É preciso não esquecer que factores com a subida do preço dos combustíveis levaram a uma menor utilização do automóvel e que poderá ter resultado em menos acidentes. (Mesmo que não tenha sido proporcional).

 

Mais de 2 mortos por dia é um valor que arrepia e que não pode ser encarado como um efeito colateral do nosso estilo de vida.

 

De qualquer modo este valor apenas representa o número de mortos no local ou que morrem no caminho para o hospital. Esta regra para cálculo do número de mortes na estrada irá ser alterada a a partir de Janeiro... de 2010. Anunciado hoje pelo presidente da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária o cálculo do vitímas mortais na estradas portuguesas passará a contar com as vítimas que sucumbem no 30 dias seguintes ao acidente.

 

Mais informações sobre este dia: Aqui

 

 

publicado por António C. às 09:51
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19 comentários:
De G a 16 de Novembro de 2008 às 11:53
não te esqueças de que ainda há poucos anos morriam 2000 pessoas por ano na estrada.

abraço
De Fernando Penim Redondo a 16 de Novembro de 2008 às 12:20
O novo método de contagem é uma medida estatística que nada de substancial resolve.

Uma concessão àqueles que pretendem, a todo o custo, dramatizar e empolar a importância dos acidentes de viação na prossecução dos mais variados interesses.

A administração errada de medicamentos aos doentes hospitalizados é responsável pela morte anual de 7.000 portugueses, alguns certamente em recuperação de acidentes de viação.

São dez vezes mais do que as "vítimas da estrada" mas isso não parece preocupar as nossas autoridades, não é mediático...
De Tiago Mesquita Carvalho a 16 de Novembro de 2008 às 19:34
Caro FPR,

De facto, o dia de hoje tem um simbolismo especial para muitas pessoas. Tenta-se comemorar, enquanto se alerta, para a guerra civil que paulatinamente tem morto vários portugueses. Mesmo não cuidando em verificar a veracidade dos dados que apresenta sobre prescrições médicas, dos quais muito duvido, tal não seria motivo para não se fomentar comportamentos correctos nas estradas portuguesas e não deixar desaparecer a memória daqueles que morreram trucidados.

Esta é a minha resposta ao seu comentário. Noutro aspecto e após uma leitura breve ao seu blogue, só posso classificá-lo de profundo mau gosto.
De Fernando Penim Redondo a 16 de Novembro de 2008 às 22:11
Os dados que apresentei sobre as mortes por erro de prescriçãonos hospitais foram divulgados pela Associação Portuguesa dos Farmacêuticos Hospitalares (ver texto em http://radares50-80.blogspot.com/2008/10/erros-de-medicao-causam-7000-mortos.html).

Lamento que tenha adoptado a expressão "guerra civil" para classificar os acidentes de viação. Quem usa essa expressão ou não sabe o que é uma guerra civil, e é irresponsavel, ou está de má fé.
Como devia saber as pessoas numa guerra civil matam os seus adversários deliberadamente o que não é o caso nas estradas por mais irresponsáveis que sejam os condutores.

Este tipo de abordagem mostra bem o fanatismo e fundamentalismo de quem a pratica sob a máscara das boas intenções.
De anabela a 17 de Novembro de 2008 às 10:04

FPR
.....Que disparate.
Ass. Uma fanática fundamentalista sob a máscara das boas intenções.
E você é o quê?
De Tiago Mesquita Carvalho a 17 de Novembro de 2008 às 15:38
Caro Francisco,

O termo guerra civil, como deve calcular é metafórico. Tal como o senhor, nunca vivi nenhuma; se a expressão é amiúde colada com a sinistralidade automóvel é porque, de facto, as suas vítimas são internas a Portugal e num grau e expressão bastante elevados. É algo que pretende ilustrar o comportamento e atitudes irresponsáveis que levaram a muitas mortes. Não é de todo algo que indique fundamentalismos ou fanatismos com que o senhor tão apressadamente quer rematar a discussão.

O blogue menos 1 carro é a justificação contínua das desvantagens contemporâneas do automóvel. Os autores fazem-no numa base racional e sempre que possível, contextualizando o panorama internacional com o português. Somos críticos e somos minoritários porque em Portugal as atitudes têm-se pautado pelo privilégio dos carros em detrimento dos peões e de outros modos de transporte. As vítimas não são apenas aquelas que padeceram no asfalto, são todos aqueles que vêem as suas vidas prejudicadas pelos automóveis em vários aspectos.

Quanto aos interesses, não seja ingénuo o senhor. A sociedade move-se como, por voluntarismo caridoso? Claro que há interesses de cada um dos lados caro senhor, a questão é que quem defende a ideia do automóvel como peça fundamental de um estilo de vida dificilmente poderá defender-se com argumentos face a todos os estudos científicos que irão deslocar a sua importância para transportes mais inteligentes. A razão está do nosso lado, o seu reflexo na sociedade é uma questão de tempo ou de coragem política. Portugal sempre demorou a actualizar-se, apesar das directivas da mudança já estarem presentes nas universidades e em alguns cidadãos bem informados.

Termino repudiando, mais uma vez, a sua posição quase anedótica em relação a este assunto: como é que o senhor é capaz de defender que a velocidade de 80km/h é preferível à de 50km/h porque esta última contribui para o adormecimento do condutor? Como é isto possível, não se leva a sério?
De Fernando Penim Redondo a 17 de Novembro de 2008 às 18:39
Caro Tiago,

penso que se dirige a mim embora me chame Francisco e não Fernando, que é o meu nome.

Detesto a incapacidade para admitir que os outros tenham opiniões diferentes, é a isso que chamo fanatismo.

O Tiago parece ser uma daquelas pessoas que descobre uma "causa" e que a absolutiza até ao ponto de fazer dela o centro do mundo e anatemizar quem quer que discorde.

Gostava que aceitasse que eu, simplesmente, tenho uma opinião diferente da sua o que não faz de mim um energumeno.

Eu não sei porque se sente tão certo da sua verdade mas, em qualquer caso, é sempre bom manter algum distanciamento.

Eu conduzo há 44 anos, já fiz mais de um milhão de kilómetros em vários continentes, nunca tive qualquer acidente e nunca fui multado por excesso de velocidade. Será que isso me faz merecer, ao menos, que respeitem a minha opinião ?

Eu respeito a sua convicção de que é importantíssimo diminuir o número de automóveis embora me pareça que está a começar pelo fim. É como se alguém estivesse na foz de um rio a tentar parar a água em vez de o fazer na nascente.

Quanto à utilização do termo "guerra civil" posso garantir-lhe que ela não foi disseminada de forma inocente.

Veja, se o assunto lhe interessa, o meu post de hoje
em: http://radares50-80.blogspot.com/2008/11/guerra-civil-da-irresponsabilidade.html
De Tiago Mesquita Carvalho a 17 de Novembro de 2008 às 19:12
Caro Fernando,

Desculpe ter-me enganado no nome.

Quanto à discussão, procuro e não consigo encontrar a parte em que não respeito a sua opinião e o acho energúmeno. Tanto que a considero que anteriormente a discuti e era nesse registo que pretendia continuar.

Como disse e afirmo, discuto crítica e racionalmente e penso que antes de ter crenças quanto ao conceito automóvel tenho argumentos e factos que me permitem ter uma convicção. Não sou fanático e não absolutizo causas, tal não é o caso; de facto, parece-me, a par da má educação, que a melhor maneira de encurtar um debate é derivar os seus arguentes para os campos do religioso. Asseguro-lhe que não é o meu caso. Além de conduzir há quase mais de dez anos, ando de bicicleta, sei ler estatísticas e a minha actividade profissional desenrola-se nestes temas.

Poderá concluir que é do meu interesse abolir ou diminuir o peso do automóvel na sociedade: está correcto mas estou disposto a discuti-lo. Continuo a achar que é anedótico sugerir que a diminuição da velocidade de 80 para 50km/h levaria a mais acidentes por entorpecimento do condutor. Continuarei a empregar o termo guerra civil para me referir às mortes na estrada por negligência e falta de civismo e às autoridades fracas que as toleram.
De Fernando Penim Redondo a 17 de Novembro de 2008 às 19:59
Caro Tiago,

se não consegue perceber porque é que os condutores perdem a concentração a 50 km/h numa autoestrada (ou equivalente) eu desisto de tentar explicar.

Pode crer que isso é óbvio para muita gente, por exemplo os 10.000 que assinaram a minha petição on-line.

Também parece não perceber que é ilegítimo insinuar que os automobilistas são assassinos.

Paciência. No "hard feelings"...
De MC a 17 de Novembro de 2008 às 20:10
Para introduzir aqui alguma objectividade (em vez de wishful thinking) na discussão recomendo a leitura - especialmente ao Fernando - do seguinte post

http://menos1carro.blogs.sapo.pt/71993.html

com dados do Department for Transport do governo britânico e outros estudos, sobre

1. consequências de impacto a diferentes velocidades
2. e (indo directamente mais à questão do adormecer ao volante) a variação na sinistralidade quando houve mudanças da velocidade máxima legal.


cumps


De Fernando Penim Redondo a 17 de Novembro de 2008 às 21:36
Caro MC,

lamento dizer-lhe que não era preciso um "estudo" para perceber que uma colisão a velocidade mais elevada produz, com grande probabilidade, consequências mais graves. Isso é uma evidência.

Esse argumento, se tomado como critério absoluto, levaria a suspender a circulação como forma de garantir "zero acidentes".
A questão nem é essa.

A questão é determinar onde se situa o equilíbrio entre a prevenção razoável e a mobilidade.
É preciso ter a noção de que, num país como o nosso, baixar a velocidade média de circulação, por hipótese, de 60 para 50 km/h corresponde a desperdiçar mais 14 milhões de dias/homem por ano dentro dos veículos que podem ser avaliados em cerca de 550 milhões de euros.

Esses milhões de dias/homem que não serão usados para trabalhar, ou estudar, ou acompanhar idosos e filhos, ou para ler, têm um custo social enorme. Os projectos que não se realizam, os médicos que não se formam, os filhos que não têm o acompanhamento devido podem, inclusivamente, custar muitas vidas humanas.

Em Portugal tem havido uma redução constante e significativa dos acidentes e das vítimas sem redução dos limites de velocidade.
Era importante perceber quais as razões de tal redução. Eu estou convencido de que a redução se deve à incessante melhoria das estradas e ao aumento da rede de autoestradas.

Claro que nunca perceberemos nada se estivermos obcecados numa lógia de culpabilização em que "nós" somos sempre os responsáveis e "os outros" são sempre os facínoras.
De MC a 18 de Novembro de 2008 às 17:37
Caro Fernando
não posso deixar de notar que fugiu ao meu ponto.
Eu não me referi àquele post para me centrar no ponto "1. consequências de impacto a diferentes velocidades" (onde obviamente concordamos que isto não pode ser tomado em absoluto - algo que eu nunca fiz mas você me acusa de certa maneira de fazer). Apenas referi este ponto, para sublinhar que haveria um ponto 2. Ou eu não fui explícito o suficiente, ou você optou por ignorá-lo.

Eu referi aquele post por causa do ponto "2. e (indo directamente mais à questão do adormecer ao volante) a variação na sinistralidade quando houve mudanças da velocidade máxima legal."

Este era o ponto em causa, porque era em torno do "adormecer" ao volante que se falava. Se fugiu ao essencial, e se focou no acessório só posso concluir que se deu por vencido.

Cumps
De Tiago Mesquita Carvalho a 17 de Novembro de 2008 às 21:36
Caro Fernando,

Parabéns pela sua petição. Já a conhecia quando saiu no DN uma entrevista ao presidente do ACP e na altura também me pareceu absurda. Quantidade (10000 cabeças) não lhe dão razão e certamente não lhe hão de dar. Há factos que os números não vergam. Recordo-lhe também que a sua desistência não foi precedida de nenhuma tentativa de explicação.

Comete um erro quando inclui as auto-estradas no seu conjunto. O limite nelas não é 80km/h. Deveria sim, para ser coerente e justo, mencionar que muitas das estradas a serem afectadas pelo novo limite de velocidades são precisamente aquelas que atravessam e esquartejam o espaço público. Falo de Lisboa, onde a quantidade de estradas consideradas como vias rápidas para rallys entre a casa e o emprego é enorme, para não dizer pornográfica. Quem e prejudicado são os peões, é a saúde das pessoas, é a segurança, são os transportes públicos, é a própria cidade. Alterar para 50km/h a velocidade numa auto-estrada claro que torna a viagem enfadonha. Numa cidade como Lisboa é o que deve acontecer, especialmente naquelas avenidas tranformadas em pistas, porque coloca o patamar de segurança em níveis mais razoáveis, além de impedir as vulgares corridas que parecem estar na base de tudo o que defende.

Não me engano, porém. A razão é mais funda. O senhor é daqueles que julga que esta alteração e fiscalização é um atentado à sua liberdade individual, à faculdade de poder escolher onde e como se desloca e, desde que responsavelmente, responder pela própria condução. A questão é que por inépcia de arquitectos, urbanistas e engenheiros, a cidade de Lisboa está bastante mal projectada e isso potencia os comportamentos a que se habituou. Claro que é muito difícil aceitar que só pode passear-se no seu bólide a 50km/h quando lhe deram tantas pistas e túneis e tão poucos radares e sinais para praticar o seu estilo de vida de antanho. Concedo que a sua percepção possa estar toldada por todos os autódromos que foram implementados na capital e até que seja um dos condutores mais responsáveis que a brigada de trânsito já presenciou. Tal não importa, felizmente, porque descobriu-se que a própria ferramenta que é o carro está na origem da fadiga que tolhe Lisboa. Ou antes, não tão metaforicamente, de todo o caos javardo que é o seu tráfego. O futuro não será tanto dos carros nem das velocidades, e tal é um facto que já está a caminhar a passos largos na Europa. Quando cá chegar habitue-se, é só outro fanatismo.
De Esticando o Pernil a 17 de Novembro de 2008 às 23:41
O velhadas já tinha idade para ter juízo e andar devagar... Se acha que adormece ao volante é porque a adrenalina que ainda o mantém vivo provém de andar a grandes velocidades dentro da cidade. Provavelmente ainda não tentou os comprimidos azuis para garantir algum entusiasmo e em vez disso prefere ter um pé de chumbo ao volante do seu 'status-móbil'.

A nova realidade das cidades seguras e de partilha do espaço público em segurança já não é a sua...

O seu mundo onde todo o tipo de pé pesado (diga-se no acelerador) era aceite como normal... mudou.

Conforme-se! quando fala em horas homem para ir trabalhar, esquece-se que se as pessoas morassem mais perto do trabalho então sim se poupariam mais horas homem e ainda se tornaria tudo mais eficiente, por exemplo a nível energético. Mas parece que mais vale trabalhar mais horas homem para sustentar enegia importada do que simplesmente re-ocupar casas abandonadas dentro da cidade e poupar as tais horas que diz serem para ler. Viva os IC19s, viva as Odivelas, Ramadas, Cacéns, Loures, ou Seixais! Viva os súburbios e viva perder 2 horas por dia dentro do pópó.

Você tá velho e ignora que não é assim que uma nova geração, com mais inteligência e mais possibilidades de fugir para cidades mais civilizadas (na europa ou no mundo) quer, de todo, viver.

Carros em Lisboa? Sim, mas poucos e devagar!

Obrigado!
De Fernando Penim Redondo a 17 de Novembro de 2008 às 23:52
O quadro está completo, chegou a infantilidade ecológica.

Não há condições

De Tiago Mesquita Carvalho a 18 de Novembro de 2008 às 00:59
Caro Fernando,

Espero que continue a discutir.

Não percebo de todo esse argumento dos dias perdidos por uma diminuição da velocidade. Ele ignora de modo crasso e completamente todos os outros factores que importam para a conclusão que pretende alcançar.

Supõe, por exemplo, que o uso do automóvel é o único modo de deslocação. Quantas das nossas estradas e acessibilidades não estimularam o crescimento de populações nas proximidades das suas saídas, esvaziando as cidades? Se as pessoas vivem na periferia terão de moldar o seu modo de deslocação aos seus horários.

Supõe que não há horas de ponta, onde andar a 50 é idêntico a andar a 80km/h. Supõe que as pessoas não podem acordar mais cedo. Supõe que todas essas pessoas não perdem tempo nas suas actividades. Supõe que um estudo espanhol, com hábitos espanhóis e urbanismo espanhol, se adequa a todos os universos.

O que disse foi bastante fraco, em suma. Ainda não adiantou nenhuma desvantagem concreta na diminuição de 80 para 50km/h. Parece-me que o resto das suas ideias, neste assunto, se resume às acusações de fundamentalismo e manipulação mediática. Penso que os presente já provaram que sabem pensar e aguardo algo que me possa convencer.
De MC a 17 de Novembro de 2008 às 11:37
"Uma concessão àqueles que pretendem, a todo o custo, dramatizar e empolar a importância dos acidentes de viação na prossecução dos mais variados interesses."

Variados interesses? Que interesses?.. Que grandes e poderosos lobbies estarão por detrás desses interesses?
Sindicatos? Multinacionas? Partidos? Seitas?...
De Fernando Penim Redondo a 17 de Novembro de 2008 às 12:15
Não finjamos ser ingénuos, há muita gente a vender:

- Seguros
- Radares e outros equipamentos
- Estudos, pareceres
- Cursos universitários
- Sistemas digitais de processamento administrativo e estatístico

Os mesmos recursos aplicados, por exemplo, na prevenção dos erros de prescrição de medicamentos nos hospitais, ou nos erros médicos em geral, salvaria sem dúvida muito mais vidas.
De anabela a 17 de Novembro de 2008 às 13:55
fpr
.....e também há muita gente a vender carros, pneus, gasóleo, gasolina, alcatrão, inspecções, revisões, cartas de condução, garagens, etc. e isso significa o quê? Você defende o quê? O que é que quer dizer? Que as mortes na estrada não têm importancia? Que não são demasiadas? Nem que fosse só uma morte ao mês, já seriam demasiadas quanto mais 30, 60,90...Quantos soldados portugueses morrem em cenário de guerra? Poucos, e ainda bem, mas não acha anormal morrerem tantas pessoas na estrada, ou melhor o que me parece que você acha anormal é haverem pessoas que se choquem com isso.

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